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DEUS CRIOU MACHO E FÊMEA



DEUS CRIOU MACHO E FÊMEA

Pr Airton Evangelista da Costa



 

   Deus criou HOMEM e MULHER e os dotou de órgãos específicos e especialmente destinados à reprodução da espécie, chamados órgãos sexuais ou genitais. “Assim Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou. MACHO e FÊMEA os criou” (Gênesis 1.27).

   Homem e mulher possuem genitália apropriada à reprodução. Notem que Deus não criou meio termo, não criou um ser humano que em determinado momento pudesse assumir funções incompatíveis com a natureza do seu ser. Deus não criou um homem com possibilidades sexuais de desempenhar o papel da mulher no ato sexual, e vice-versa. Ocorre que a natureza pecaminosa em função da queda no Éden coloca o homem em rebeldia contra Deus. Pela influência do diabo, o homem continua se rebelando contra o Criador e Sua palavra. Daí as perversões na área sexual. 

   A homossexualidade surgiu em decorrência dessa rebeldia.   Se o homem assume postura própria de mulher; se a mulher assume funções próprias do homem no ato sexual, caracteriza-se um comportamento contrário à vontade do Criador. Deus nos criou para uma relação heterossexual. Dizer que quem nasce gay morre gay; quem nasce lésbica morre lésbica; que se trata de uma opção sexual válida; que o homossexualismo é uma opção dentre outras; que tudo é permitido desde que  satisfaça as partes envolvidas; que não existe pecado; que tudo é válido quando existe amor; que o homossexualismo  é genético e por isso irreversível; que a única saída para os pais é aceitar a opção sexual de seus filhos, e tantos  outros argumentos semelhantes,  são vozes de pessoas que não vivem segundo os preceitos de Deus. São pessoas que estão sob o senhorio do mundo; são servos do mundo; fazem a vontade do deus deste século, que lhes cegou o entendimento. 

   Os pais não devem de maneira nenhuma se conformar com o pecado de seus filhos. As famílias cristãs com casos dessa natureza – e não são poucos – precisam saber que tudo é possível àquele que crê (Marcos 9.23).  Conviver com o pecado dos filhos, sem reagir, é pecar por omissão. A luta é difícil, mas não há vitória sem luta. Antes de chegarmos ao topo do monte é imperioso passarmos pelo vale, onde há cobras, lagartos e jacarés. Todavia, não lutamos sozinhos. Temos ao nosso lado um general que nunca perdeu batalha: JESUS. Aleluia! 

   Não há respaldo bíblico para o argumento de que Deus é amor e, por isso, compreenderá a situação dos homossexuais, a opção dos homossexuais, o pecado dos homossexuais, e que não deixará um filho ir
 para o inferno. Não nos esqueçamos de que Deus é amor, mas é também justiça.  Deus não tolera o pecado. A única forma de o pecador receber o perdão de Deus e livrar-se do inferno é crer em Jesus (João 3.18; Romanos 10.9), confessar seus pecados e arrepender-se (Atos 2.38), deixar de pecar (Provérbios 28.13), e permanecer na fé (João 15.4-5). 

   Se você está diante de tal situação, a melhor preparação para uma batalha desse tipo é, em primeiro lugar, aceitar o convite do Senhor Jesus: “Eis que estou à porta, e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa,  e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3.20). Depois que a Luz entrar na sua casa e no seu coração, tudo mudará. Em segundo lugar, clamar com fé ao Senhor, intercedendo por seu filho ou filha, pois “a oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16). Em terceiro lugar, falar ao seu filho das maravilhas do Evangelho e das bênçãos prometidas por Deus para os que O buscam com fé e sincero arrependimento. 

   Convém dizer que o diabo deseja destruir o homem, física e espiritualmente, porque o homem é a obra-prima de Deus. Os que estão no homossexualismo têm  chance de reverterem o quadro: devem se arrepender e aceitar o senhorio de Jesus, que  veio para destruir as obras do diabo, libertar os cativos, aliviar os oprimidos. “SE O FILHO VOS LIBERTAR VERDADEIRAMENTE SEREIS LIVRES” (João 8.36); livres da prostituição, das impurezas, do pecado. O homossexualismo é reversível e quem reverte essa situação é o Senhor Jesus.  Ouçamos a voz de Deus:

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22; 20.13). 

"Sabendo que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos... para os fornicadores, para os SODOMITAS...” (o realce é meu). (1 Tm 1.10). 

"Pelo que Deus os entregou aos desejos de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si...pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. Semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, inflamaram-se em sua sensualidade uns para com os outros, HOMEM COM HOMEM, cometendo torpeza, e recebendo em si mesmos a penalidade devida ao seu erro... estão cheios de toda iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, engano e malignidade. Embora tenham conhecimento da justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam" (Rm 1.24-32).

"Não erreis: nem impuros... nem adúlteros, nem EFEMINADOS, nem SODOMITAS herdarão o reino de Deus"  (1 Co 6.9-10). Nota: Sodomita, o que pratica a sodomia: cópula anal, entre homem e mulher ou entre homossexuais masculinos.  

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” (1 Co 6.12). 

“O corpo não é para prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo” (1 Co 6.13b). 

“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará”. (Salmos 37.5). 




Só use as duas Bíblias traduzidas rigorosamente por equivalência formal a partir do Textus Receptus (que é a exata impressão das palavras perfeitamente inspiradas e preservadas por Deus), dignas herdeiras das KJB-1611, Almeida-1681, etc.: a ACF-2011 (Almeida Corrigida Fiel) e a LTT (Literal do Texto Tradicional), que v. pode ler e obter em BibliaLTT.org, com ou sem notas).



(Copie e distribua ampla mas gratuitamente, mantendo o nome do autor e pondo link para esta página de http://solascriptura-tt.org)

Homossexualismo, o que a Bíblia diz?



Homossexualismo, o que a Bíblia diz?


Introdução
Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros. 

O presente trabalho não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo apóstolo Paulo em Rm 1:26 e 27. O artigo será dividido nas seguintes seções: Estudo da referência paulina em Romanos; conceito e causas da homossexualidade; os motivos pelos quais Deus condena este comportamento sexual; terapia para a regeneração daqueles que apresentam este desvio da sua sexualidade. Ao final, será apresentado um resumo do trabalho e as conclusões encontradas.
Comentário Sobre Rm 1:26-27
Encontra-se a declaração de Paulo nas seguintes palavras:
"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27
Há um consenso geral de que Paulo referia-se aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” (kata physin) em oposição à “contrária à natureza” (para physin) era usada no tempo de Paulo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. Harrison acrescenta que “Paulo usa linguagem direta, para condenar a perversão do sexo fora do seu justo lugar: dentro do relacionamento conjugal”. Outro teólogo afirma que a contaminação do corpo humano é claramente manifestada no homossexualismo, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.
A prática do homossexualismo era comum no mundo pagão, tendo forte presença na sociedade em geral, sendo designado como o “pecado grego”. Paulo escreveu sua epístola aos Romanos na cidade de Corinto, a capital dos vícios gregos, e certamente já vira ali evidências sobre as práticas homossexuais.
Lovelace ainda diz que “contrária à natureza” significa “simplesmente contra a intenção de Deus para o comportamento sexual humano que é explicitamente visível na natureza, na função complementar dos órgãos sexuais e dos temperamentos do macho e da fêmea”.
No verso 27 Paulo emprega o termo arsen 3 vezes, traduzidos na ARA por “homens”. O substantivo arsenokoites (“homossexual masculino”, “pederasta”) é empregado pelo apóstolo como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1Co 6:9; 1Tm 1:10). Brown ainda acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador. 

Conceito e Causas da Homossexualidade

Uma vez comprovado que o tema que Paulo abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual.
O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. Maranon apresenta uma definição mais completa sobre a homossexualidade nas seguintes palavras:
Por mais classificações que se façam desta anormalidade, a base patogenética é sempre a mesma: uma sexualidade recuada, de polivalência infantil que, por circunstâncias externas, condiciona sob diferentes formas seu objetivo erótico em sentido homossexual. 
Baseando-se no relatório de Kinsey, os homossexuais pretendem que sua condição seja considerada “uma espécie de forma alternativa de sexualidade, homóloga e simétrica à heterossexualidade”.
Bergler, porém, vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.
As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.
Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psicossocial, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência; e fixação ou regressão da personalidade a níveis auto-eróticos, com supervalorização do falo (órgão sexual masculino).
O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade. 

Snoek divide estes fatores determinantes em três categorias:
1. Fisiológicos - Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada;
2. Familiares - Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina;
3. Sociais – O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.
Por Que Deus Condena o Homossexualismo?
Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.
A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.
O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.
Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.
Deus condena o homossexualismo porque ele é totalmente contrário ao propósito original das relações sexuais: procriação e/ou prazer. Segundo Boice, apenas em se olhar para a anatomia dos órgãos sexuais do homem e da mulher já deveria haver argumento suficiente para convencer de que as práticas homossexuais não são normais. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo sempre reconheceram esse fato, defendendo que o homossexual está sob a condenação de Deus.
Cura Para o Homossexual
Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade hodierna, faz-se necessário apresentar ao portador desta anomalia sexual um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso... levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.
Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade erige em relação aos homossexuais. Gatti defende que o ponto de partida deve ser a total aceitação do homossexual como pessoa, a plena compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas. Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;
2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;
3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;
4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;
5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;
6. O conselheiro deve repetir a promessa de que o indivíduo poderá mudar;
7. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;
8. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;
9. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;
10. O conselheiro deve ser paciente.
Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo com seus misteriosos dinamismos que é capaz de tornar a cura do homossexual possível. Acima de todos os meios educativos e terapêuticos, é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.
O Dr. José Maria concorda com o pensamento de que a igreja deve ser o conduto para a ajuda aos homossexuais que desejarem um retorno aos desejos sexuais naturais de cada ser humano. Ele afirma que “a igreja será o último reduto para a consolidação dos conceitos familiares” nos próximos anos. 

Resumo e Conclusão
O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontra-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19:4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19:22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18:22; 20:13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.
No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1:26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6:9-10; 1Tm 1:9-11).
O presente trabalho analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.
Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.
Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.
Como representantes de Deus e instrumentos Seus para distribuição de Sua graça ao mundo pecador, os cristão não devem olhar o homossexualismo como uma doença típica de pessoas “despudoradas”; mas devem encarar o problema com o mesmo amor fraternal e solidariedade que Jesus demonstrou em Seu convívio com o ser humano. Resta ao cristão ouvir e atentar ao conselho do próprio apóstolo Paulo: “Tudo posso, nAquele que me fortalece” (Fp 4:13).
Gilson Medeiros da Silva

ONU declara apoio a cantor que chamou Jesus de “travesti” em show


Cantor Johnny Hooker em participação no programa no Conversa com Bial. (Foto: Carol Caminha/Gshow)
Cantor Johnny Hooker em participação no programa no Conversa com Bial. (Foto: Carol Caminha/Gshow)

Johnny Hooker afirmou que “Jesus é travesti” no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.



A Organização das Nações Unidas no Brasil‏ (ONU) declarou seu apoio ao cantor Johnny Hooker na quarta-feira (1), depois que o artista foi denunciado por afirmar que “Jesus é travesti” em um show polêmico no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em Pernambuco.
“Usando a arte para sensibilizar a sociedade sobre os direitos das pessoas LGBTI, o cantor Johnny Hooker é Campeão da Igualdade da Campanha Livres e Iguais no Brasil”, disse a organização no Twitter, com uma foto do artista e a frase: “Em solidariedade a Johnny Hooker, contra os ataques de ódio e discriminação”.
Nesta quinta, o cantor agradeceu o apoio da ONU, declarando que ambos estão “juntos nessa caminhada”. Por outro lado, a maioria dos seguidores da organização questionaram a defesa do discurso do artista que, de acordo com a notícia-crime apresentada na Polícia Civil, ofende a fé cristã.
Johnny Hooker recebeu da ONU o título de campeão da igualdade da campanha “Livres & Iguais”, promovida pela organização em defesa dos direitos da comunidade LGBTI. A nomeação foi realizada no dia 17 de maio, na sede das Nações Unidas em Brasília.
No último sábado (28), o cantor se posicionou contra a proibição da peça com Jesus transexual no FIG e fez um discurso ofensivo em sua apresentação.
“E eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! A arte é para o futuro. Esses fundamentalistas não vão passar. Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*”, disse o cantor no palco.
Na segunda-feira (30), o advogado Jethro Ferreira fez o comunicado do crime à Polícia Civil com base no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, que diz que quem “pratica, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” está sujeito a uma pena de reclusão de um a três anos e multa.
“As pessoas que professam a fé cristã tem a pessoa de Jesus Cristo como uma pessoa do sexo masculino, heterossexual, segundo a Bíblia Sagrada, que é o livro que contém os ensinamentos cristãos. Qualquer afirmativa diferente desses dogmas é considerada uma ofensa à fé cristã”, disse Ferreira no documento.
O advogado solicitou que a polícia interrogue o cantor e que, caso ele não se apresente às autoridades, seja decretada a prisão preventiva do artista.


Fonte: https://guiame.com.br/gospel/noticias/onu-declara-apoio-cantor-que-chamou-jesus-de-travesti-em-show.html


E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos

O cantor pernambucano Johnny Hooker gerou revolta entre cristãos após dizer que 'Jesus é travesti', durante um de seus shows. (Foto: UOL)
O cantor pernambucano Johnny Hooker gerou revolta entre cristãos após dizer que 'Jesus é travesti', durante um de seus shows. (Foto: UOL)
Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de “travesti” e de “bicha”, puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da “verdade”, da “tolerância” e da “diversidade”, se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.

Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.
Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é “bicha” é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.
Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos “direitos humanos” para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.
Quando ativistas da “Marcha das Vadias” quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal “cantor” de intolerância religiosa?
São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).
Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".
*O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.
Fonte:https://guiame.com.br/colunistas/marisa-lobo/e-se-fosse-o-contrario-eles-querem-respeito-ofendendo-178-milhoes-de-cristaos.html

Cantor diz que “Jesus é travesti, sim” e Danilo Gentili responde: “Não sabe o que diz”




Esse cantor agora vai no criança esperança.

O cantor pernambucano Johnny Hooker, uma das atrações do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) desta sexta-feira (27), vai participar do especial Criança Esperança, show beneficente que será exibido no dia 20 de agosto, na Globo. O artista adiantou que vai subir no palco para cantar Flutua, gravada em parceria com a cantora paulista Liniker. 

A canção ganhou clipe protagonizado por Jesuíta Barbosa e Maurício Destri em combate à homofobia e já contabiliza 3 milhões de acessos. A faixa integra repertório do álbum Coração (2017), que foi indicado ao 29º Prêmio da Música Brasileira como Melhor Álbum de Canção Popular. Entre as novidades, Hooker adiantou que vai gravar um episódio da nova temporada do programa Amor & Sexo, apresentado por Fernanda Lima, em homenagem aos 60 anos de Cazuza

Cantor diz que “Jesus é travesti, sim” e Danilo Gentili responde: “Não sabe o que diz”


A manifestação do artista durante o evento repercutiu nas redes sociais de forma intensa, com comentários de reprovação por boa parte dos internautas, mas também apoio da parte dos entusiastas do pensamento progressista.
O comediante e apresentador Danilo Gentili usou o Twitter para opinar sobre o episódio, destacando a parcialidade da imprensa na repercussão de casos como o de Johnny Hooker, que ofendeu a fé de milhões de brasileiros e não foi alvo de matérias na grande mídia.
“Penso que o único que tem o dever pessoal de dar o devido respeito a Jesus é aquele que de fato o conhece e crê. Ué, se a pessoa não conhece, não crê, ela nem sabe o que diz. Além do mais, em uma sociedade livre a pessoa tem o direto de FALAR o que quiser sobre religião. Deixa o cara!”, introduziu, expressando desprezo pela manifestação do artista pernambucano.
“Pergunto agora: se diferente desse cara que tá histericamente discursando sério, chamando Jesus de travecão, fosse eu falando jocosamente pra não ser levado a sério, zuando religiões afros ou árabes… eu gozaria do silêncio dos jornalistas ou seria massacrado nas manchetes?”, questionou. “Intolerante, xenófago, discurso de ódio, desrespeitoso, do mal, mau caráter, polêmico, ‘cacem o patrocínio dele’… esses adjetivos jornalistas brasileiros só usam de forma muito seletiva”, acrescentou.
“É cada dia mais escancarado que a militância podrona tomou o lugar do bom jornalismo. É por isso que o comediante que permitir ser regulado por manchetinha de jornal ou por tapinhas nas costas da classe artística vai é afundar com eles. As pessoas estão percebendo toda ********** por trás desse ‘povo do bem’ e estão rejeitando tudo isso cada vez”, concluiu Gentili, que por diversas vezes declarou-se cristão e revelou ter sido criado em uma Igreja Batista.