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Batismo infantil é errado.


Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. Mateus 28:19,20


E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.Marcos 16:15,16


Ide e pregai, ensinai, fazei discípulos( seguidores e aprendizes), e depois batizai-os, essa é a ordem.


Simplesmente não entendo o porque de se batizar bebes, crianças que nem discernimento tem entre o certo e o errado, só se a ordem se inverteu hoje , batiza-se, contra a própria vontade ( pois é decisão dos pais e não dos filhos que impera), e depois ensina a criança, e isso quando ela tiver idade suficiente para entender e se ela quiser aí ela será um discípulo de Cristo ou não, mais não tem problema, já que ela foi batizada quando bebe, ou seja, o que era para ser uma decisão pessoal por Cristo, denominações influenciadas ainda pela igreja romana aderiram a essa pratica herética de batizar bebes, herdada pela heresia de Roma e não pela igreja primitiva.


Cristo disse que dos pequeninos é o reino dos céus, portanto nosso dever como pais é ensinar a criança e educa-la, e depois quando ela tiver discernimento, poderá ou não tomar sua decisão por Cristo e batizar, depois de crer n'Ele e ter sido ensinada e por livre e espontânea vontade ser uma discípula de Cristo e professar sua fé publicamente no Senhor.
 

O batismo infantil foi praticado pela Igreja Primitiva?



O batismo infantil foi praticado pela Igreja Primitiva?
 
Tradicionalmente, os defensores do batismo infantil (ou pedobatismo) alegam que sua prática remonta aos apóstolos. Entretanto, não há provas para essa afirmação. Não existe nenhuma evidência clara para o batismo infantil anterior ao terceiro século.  Até mesmo a declaração de Agostinho de que o batismo infantil era um “costume firmemente estabelecido” na igreja está imprecisa. Tão tardios quanto os escritos de Agostinho (final do quarto e início do quinto século), muitos pais da igreja também não praticaram o batismo infantil ou nem mesmo eles próprios receberam o batismo até se tornarem adultos. Somente após a morte de Agostinho, no século V, poderíamos nos referir ao batismo infantil como um costume firmemente estabelecido.
Para entendermos essa questão precisaremos abordar dois aspectos:
(1) Nós devemos discutir qual foi o motivo para o batismo infantil criar raízes no terceiro século e tornar-se uma pratica generalizada por volta do quinto século.
(2) Nós devemos mostrar que o batismo infantil não era a prática dos cristãos primitivos no período entre a época dos apóstolos e o século III.
Entretanto, antes de fazermos essas duas coisas, devemos ter em mente a ideia principal que parece dirigir o argumento pedobatista ao longo da história: Se o batismo infantil foi uma adição tardia, então por que não houve controvérsia sobre sua introdução dentro das igrejas? A resposta a essa questão é dupla: em primeiro lugar, não há evidência clara do batismo infantil anterior ao terceiro século, e o pedobatista deve lidar com isso. Quaisquer discussões sobre a razão pela qual o batismo infantil veio à cena com pouca oposição registrada não obscurece o fato de que o batismo de crentes é a prática evidente antes do século III ― e o batismo infantil não é. Em segundo lugar, Tertuliano argumentou contra a introdução do batismo infantil, o que nós discutiremos em breve.
Agora, voltando ao aspecto (1), por que o batismo infantil foi introduzido no terceiro século? Sobre isso, há duas coisas que temos de discutir: primeiro, o sistema catecúmeno, e segundo, a questão da condenação infantil e a regeneração batismal. O sistema catecúmeno já estava estabelecido no início do século II. Nesse sistema, as pessoas se submetiam a um período de instrução depois da conversão e antes do batismo. Os primeiros pais da igreja colocaram tanta ênfase na instrução na fé como algo precedente ao batismo, que a maioria dos convertidos se submeteu a meses ou anos de instrução catequética antes de se batizar.
Muitos dos mais conhecidos pais da igreja submeteram-se a tais catequeses e não receberam o batismo até a maioridade, mesmo sendo filhos de pais cristãos. Isso inclui, entre outros, homens como Atanásio, Basílio, Clemente de Alexandria, Hipólito, Gregório de Nissa, Crisóstomo, Jerônimo e o próprio Agostinho. [1] Se o batismo de crianças era um costume desde o tempo dos apóstolos, certamente esses homens teriam sido batizados antes da idade adulta. No entanto, esses homens foram resultados do sistema catecúmeno. Eles foram catecúmenos que se submeteram a instrução na fé por muitos anos antes de serem admitidos no batismo.
Assim, dado esse contexto, como o batismo infantil veio a substituir o sistema catecúmeno? Foi simplesmente assim: As pessoas começaram a crer na errônea doutrina da condenação dos infantes e na regeneração batismal, o que logo se tornou comum nas igrejas.
Agora, analisando o aspeco (2), nós devemos lidar com as provas existentes, anteriores ao terceiro século, de que o batismo era administrado somente aos crentes e não aos infantes. [2] O melhor lugar para começar é na igreja primitiva do século II. Toda referência que nós encontramos na igreja do segundo século apresenta a confissão de fé como uma qualificação essencial para o batismo. [3]
A melhor e mais antiga fonte sobre o batismo de crentes é o Didaquê (ou “O Ensino dos Doze Apóstolos” A.D. 100-110). Este documento entra em mais detalhes sobre o batismo do que qualquer outro tratamento do século II. O Didaquê não estabelece apenas as qualificações morais para quem está prestes a se submeter ao batismo, mas também exige que o candidato ao batismo jejue por um ou dois dias. [4]
Paul K. Jewett pergunta, “como é que vamos explicar a omissão de qualquer referência ao pedobatismo neste manual primitivo sobre o uso adequado do batismo? É difícil imaginar tal omissão ocorrendo sobre a tutela de Católicos Romanos, Anglicanos, Luteranos, ou mesmo Presbiterianos, Metodistas ou congregacionais…. Não é, portanto, altamente implausível que o Didaquê tenha sido produzido por uma comunidade de Pedobatistas primitivos que apenas nada disseram sobre o batismo infantil?” [5]
Todas as outras referências ao batismo no século II rendem os mesmos resultados. Pedobatistas têm há muito tentado atribuir um sentido incorreto a Justino Mártir como se ele ensinasse o batismo infantil quando ele fala de “muitos homens e mulheres que, tornando-se discípulos de Cristo desde criança, permanecem incorruptos até os sessenta e setenta anos”. [6] No entanto, nenhum Batista negaria que se uma criança é madura o suficiente para ser um “discípulo de Cristo” ― e é um ―então ela pode ser admitida para o batismo. Longe de suportar o batismo infantil, o comentário de Justino Mártir suporta o batismo de discípulos.
Muitos autores pedobatistas, tais como Joachim Jeremias, têm dito que Irineu cria no batismo infantil, por causa de sua declaração (c. A.D. 180) de que, através de Cristo, pessoas de todas as idades são renascidas, incluindo infantes. [7] Entretanto, como argumenta Everett Ferguson, “Antes de nos precipitarmos em aceitar uma referência ao batismo infantil aqui, devemos ser cautelosos”. Ferguson argumenta que Irineu usa o termo “renascer” (renascor) para a “a obra de Jesus de renovação e rejuvenescimento concretizada pelo seu nascimento e ressurreição, sem qualquer referência ao batismo. . . . A vinda de Jesus trouxe um recomeço a toda a raça humana. Ele santificou todas as idades da vida. Aceitar sua renovação ao ser batizado é outra questão e cai fora do âmbito desta passagem”. [8] Essa é a interpretação padrão batista articulada por autores tais como Hezekiah Harvey and Paul King Jewett. No entanto, essa visão sobre Irineu é também compartilhada por pedobatistas como Kurt Aland. [9]
A medida que avançamos para o início do terceiro século, nós encontramos Tertuliano, que escreveu o primeiro tratado completo sobre batismo, De baptismo. Favorecendo fortemente o sistema catecúmeno, ele acreditava que as pessoas deveriam adiar o batismo até que elas fossem instruídas na fé por um longo tempo: “Por conseguinte, tendo em conta as circunstâncias e a vontade, até mesmo a idade de cada pessoa, o adiamento do Batismo é mais vantajoso , em particular, no entanto, no caso de crianças. . . . O Senhor, na verdade diz: ‘Não as impeçais de vir a mim’ (Mt 19). Que venham, então, enquanto elas estão crescendo; venham enquanto estão aprendendo, enquanto elas estão sendo ensinadas para onde devem vir; deixai-as tornarem-se cristãs, quando elas foram capazes de conhecer a Cristo. Por que se apressa a idade da inocência para a remissão dos pecados?” [10] Esta passagem mostra que Tertuliano écontrário ao batismo infantil, precisamente porque ele é a favor do batismo de crentes.
Batistas, é claro, concordam que o batismo infantil criou raízes no terceiro século. Pais da igreja como Cipriano, Orígenes e Agostinho o aprovaram. No entanto, Orígenes foi defensivo sobre o assunto, dizendo que o batismo de infantes “é uma coisa que causa frequentes questionamentos entre os irmãos”. [11] Essa declaração trabalha contra o argumento pedobatista de que ninguém protestou contra a introdução gradativa do batismo infantil.
Não há nenhuma evidência direta para a afirmação de que o batismo infantil era praticado nos primeiros dois séculos da igreja cristã. Pelo contrário, toda a evidência estabelece crentes como os únicos sujeitos aptos para o batismo antes do século III. Quando colocado ao lado dos dados do Novo Testamento sobre o batismo, isso demonstra que o batismo apostólico era para crentes somente.
Fonte: http://www.fwbtheology.com/was-infant-baptism-practiced-in-early-christianity/
Tradução/adaptação: Samuel Coutinho
________________________
[1] HARVEY, Hezekiah. The Church: Its Polity and Ordinances (Philadelphia: American Baptist Publication Society, 1879; repr. Rochester, NY: Backus, 1982), 211; ARGYLE, A. W. “Baptism in the Early Christian Centuries,” inChristian Baptism, ed . A. Gilmore (Chicago: Judson, 1959), 187, 202-03, 208.
[2] Para um dos melhores e mais sucintos tratamentos da visão dos cristãos primitivos sobre o batismo, ver Paul King Jewett, Infant Baptism and the Covenant of Grace(Grand Rapids: Eerdmans, 1978). 13-43. Ver também Steven McKinion, “Baptism in the Patristic Writings,” em Thomas R. Schreiner e Shawn D. Wright, eds., Believer’s Baptism: Sign of the New Covenant in Christ(Nashville: B&H Academic, 1006), 163-88.
[3] Ver, p. ex., A Epístola de Barnabé (c. A.D. 120-130), o qual advoga o batismo de crentes somente: “Nós descemos para a água cheios de pecados e impurezas, e retornamos dando frutos em nossos corações, temor e esperança em Jesus no Espírito” (Ante-Nicene Christian Library, Apostolic Fathers, I, 121). Obviamente, infantes são incapazes de exibir este tipo de comportamento. Outro exemplo é encontrado no Shepherd de Hermas, escrito na metade do Segundo século. Hermas coloca o arrependimento como condição para o batismo (Jewett, 40).
[4] “Antes de batizar, tanto aquele que batiza como o batizando, bem como aqueles que puderem, devem observar o jejum. Você deve ordenar ao batizando um jejum de um ou dois dias” (Didache, 7.4).
[5] Jewett, 40-41.
[6] Citado em Harvey, 202.
[7] JEREMIAS, Joachim. Infant Baptism in the First Four Centuries. Tradução: David Cairns (Philadelphia: Westminster, 1962), 73.
[8] FERGUSON, Everett. Baptism in the Early Church: History, Theology, and Liturgy in the First Five Centuries (Grand Rapids: Eerdmans, 2009), 308.
[9] Harvey, 203-04; Jewett, 25-27; Kurt Aland, Did the Early Church Baptize Infants? Traduzido por G. R. Beasley-Murray (Philadelphia: Westminster, 1963), 58-59. Para um tratamento batista primitivo de Irineu similar a este, ver John Gill, Infant Baptism a Part and Pillar of Popery (Philadelphia: American Baptist Publication Society, 1851), 22-23. Ver também “The Baptismal Question in the Light of Scripture and Church History,”Freewill Baptist Quarterly 26 (1859), o qual questiona, “Se o batismo infantil era praticado por Cristo e seus apóstolos  e no primeiro e segundo séculos, não é extremamente estranho que nossos amigos pedobatistas não possam encontrar nenhuma prova disso, mas só essa passagem de Irineu, que, afinal, não diz nada sobre o batismo?” (128).
[10] TERTULIANO. Tertullian’s Treatises: Concerning Prayer, Concerning Baptism. Tradução: Alexander Souter (New York: Macmillan, 1919), 69.
[11] Citado em Jewett, 30.
Matthew Pinson – extraído do site http://deusamouomundo.com/ em 08/04/2015
 

CINCO INGREDIENTES INDISPENSÁVEIS PARA A REALIZAÇÃO DA OBRA DE DEUS




CINCO INGREDIENTES INDISPENSÁVEIS PARA A REALIZAÇÃO DA OBRA DE DEUS
1  - Visão
2  - Oração
3  - Relacionamentos Firmes
4  - Estratégia
5  - Ação
1 - VISÃO
O ingrediente número um para que a obra de Deus seja feita é a visão.
O arquiteto, antes de construir, desenha planos - faz um projeto completo. Deus, antes da criação do universo tinha um propósito eterno, uma clara e definida visão do que queria construir para a eternidade. Ef 1:4-14.
Jesus, ao vir ao mundo, antes de iniciar seu ministério, tinha uma clara visão do que vinha edificar.
A palavra que sintetiza a VISÃO DE DEUS e do Senhor Jesus é a palavra IGREJA.
Cristo declarou: "...Eu edificarei minha Igreja... " Mt 16:18
O QUE É A IGREJA?
Hoje, equivocadamente, se chama Igreja a um edifício material onde as pessoas se reúnem para realizar um culto ao Senhor. (Esses lugares não são nem igreja, nem templos, nem casas de oração).
A igreja é a comunidade de homens e mulheres que, reconhecendo a Cristo como Senhor, têm nascido de novo e juntos formam o povo de Deus.
A) - AS TRÊS CARACTERÍSTICAS DA IGREJA - Rm 8:28,29
-  Qualidade - Ef 1:4; 3:16,17; 4:13:22-24ss; 5:25-27. -Unidade -Ef 1:9-10; 2:14-16; 3:6,7,18 e 19;4:1-6;1 3-16.
-  Quantidade - Ef 1:13; 2:11-13,17; 3:8,9; 6:18-20.
   Em João 17:
v. 15-17 - Qualidade-—> "... Santifica-os..."
v. 21-23 - Unidade ---- >   "...para que todos sejam um..."
v. 21      - Quantidade -->  ".. .para que o mundo creia..."
QUALIDADE que produz UNIDADE que produz QUANTIDADE
   Em 1 Coríntios 3:
v. 12 - Qualidade---- > "... ouro, prata, pedras preciosas ..."
v. 3-8 -Unidade ----- > (a falta de unidade revela falta de qualidade) "...sois carnais..."
v. 10 - Quantidade —> "...cada um veja como edifica..."
   Em Apocalipse 21:9-21:
Visão da Igreja, da Esposa do Cordeiro: "...me mostrou a grande cidade santa... " (v. 10). Na descrição que segue da Igreja se pode ver as três características de qualidade, unidade e quantidade.
B) - A COMUNIDADE QUE DEUS SE PROPÔS LEVANTAR
De acordo com as Sagradas Escrituras, Jesus Cristo quer levantar uma igreja gloriosa e santa, sem mancha, nem ruga ou coisa semelhante (Ef 5:26,27); edificada com ouro, prata e pedras preciosas (1 Coríntios 3:11-15); até que todos cheguemos ... à medida da estatura da plenitude de Cristo (Ef 4:13). Em termos práticos isto significa uma igreja integrada por famílias que vivem em paz e harmonia. Maridos ternos, sábios, amáveis. Esposas submissas, de caráter afável e aprazível. Filhos respeitosos e obedientes. Rapazes e moças que cheguem virgens ao casamento. Anciões honráveis e venerados pelos mais jovens. Crianças felizes criadas no amor e temor do Senhor. Homens trabalhadores, responsáveis, diligentes e fiéis. Mulheres virtuosas, alegres, cheias de boas obras. Um povo diferente, formado por discípulos que aprendem a ser humildes, pacientes, mansos, justos, generosos, sinceros, bons, felizes, honrados, íntegros. Discípulos cujo estilo de vida é amar, perdoar, servir, confessar suas faltas, obedecer, cumprir, sujeitar-se às autoridades, pagar seus impostos, ser sempre verazes, confiar em Deus, amar seu próximo, ajudar, compartilhar com os necessitados, chorar com os que choram, alegrar-se com os que riem, ser um com os irmãos, devolver bem por mal, sofrer as injustiças, dar graças sempre por tudo, vencer a tentação, viver no gozo do Senhor, orar sem cessar, dar testemunho de Jesus Cristo, ganhar outros para Cristo, fazer discípulos, pôr seu dinheiro e seus bens a serviço dos irmãos, e sobre todas as coisas, amar a Deus com todo o seu ser. Na medida em que progredimos em qualidade, progrediremos em unidade. Porque a unidade é fruto da qualidade, assim como a divisão é evidência de imaturidade e carnalidade (1 Coríntios 3:1-4). Os filhos de Deus como irmãos que somos, devemos formar uma só família aqui na terra, a família de Deus.
Unicamente assim devolveremos ao Evangelho sua plena credibilidade diante do mundo. "...Que todos sejam um...para que o mundo creia... " (Jo 17:21).
C) - A VISÃO DA IGREJA E DERIVADA DA VISÃO QUE SE TEM DE DEUS
QUALIDADE equivale a SANTIDADE.
Por que santidade? Porque Deus é santo.
Por que unidade? Porque Deus é um.
Porque quantidade? Porque Deus é grande e é AMOR.
A visão vem por revelação: Ef 1:16-18; 3:1-6.
 
D) - TRÊS ASPECTOS DA IGREJA
FAMÍLIA:  dimensão horizontal  e eterna (Ef 2:19;  3:15)  Somos uma família, uma congregação.
TEMPLO: dimensão vertical e eterna (Ef 2:20-22) Somos um templo ou vamos ao templo? CORPO: dimensão funcional e temporal (Ef 1:22,23; 4:12-16) Funcionamos como um corpo?
Como CORPO devemos funcionar para edificar a igreja em sua dupla dimensão eterna FAMÍLIA e TEMPLO.
CONCLUSÃO: Tenho a visão ou um conceito da visão?
 
A visão produzirá em mim:
TRANSFORMAÇÃO = viver a visão PAIXÃO = arder pela visão COMPROMISSO = viver para a visão SACRIFÍCIO = morrer pela visão
2 - ORAÇÃO
Este é o segundo ingrediente indispensável para a obra de Deus.
-  Jesus tinha VISÃO ao iniciar seu ministério, mas a primeira coisa que fez depois de ser batizado e ungido pelo Espírito Santo no Jordão foi ir ao deserto para ORAR por quarenta dias. Orar e jejuar.
-  Cada manhã iniciava o dia orando (Mc 1:35)
- Às vezes passava a noite orando (Lc 6:12)
Por que orava se era filho de Deus?
- POR QUE DEVEMOS ORAR ?
1-      Porque somos absolutamente incapazes de realizar a visão (Qualidade, unidade e quantidade).
2-  Porque Deus é o único poderoso e capaz de edificar tal igreja (Ef 3:20)
3-      Porque Deus o fará tão somente se o pedimos em oração. (Mt 18T8-19)1
- COMO DEVEMOS ORAR ?
1-             A sós, em lugar e tempo específico.
2-      Orar sem cessar (1 Ts 5:17; Ef 6:18).
 
3-      Entre dois ou três irmãos (Mt 18:19-20; At 3:1)
4-  Com um grupo pequeno (At 12:12).
5- Com toda a congregação (At 4:24)
- O QUE DEVEMOS PEDIR?
1-  A intercessão principal deve ser pela realização do propósito eterno de Deus.
2-  Devemos fazer petições gerais e específicas, e persistir até ver seu cumprimento.
3-      Temas de intercessão em várias passagens bíblicas:
> Jo 17 - Santidade, unidade e quantidade.
>  Mt 6:9-13 - A extensão do Reino, necessidades materiais, confissão e
proteção do mal.
>  Mt 9:38 - Envio de obreiros.
>  1 Tm 2:1-4- Pelas autoridades e por todos os homens.
>  Ef 1:16-19 - Por espírito de sabedoria e de revelação.
>  Ef 3:14-21 - Para que sejamos cheios de toda a plenitude de Deus.
>  Ef 6:18-20 - Por intrepidez e graça na evangelização.
>  At 4:29-31 - Para que haja cooperação entre a igreja e o Senhor.
Em nosso meio, em termos gerais, se tem experimentado como igreja mais adoração que intercessão; Deus quer levar-nos para a intercessão sem enfraquecer a adoração.
3 - RELACIONAMENTOS FIRMES
A terceira coisa que Jesus fez ao iniciar seu ministério foi construir relacionamentos firmes com doze discípulos. Para isso assumiu a responsabilidade de estar com os mesmos para formar e ensinar com o seu exemplo e sua palavra, e eles fizeram o compromisso de sujeitar-se ao Senhor e ser seus discípulos.
A obra de Deus se faz com base em relacionamentos firmes, os quais significam: 1-Relacionamentos pessoais definidos e, 2-Relacionamentos comprometidos.
A) - OS RELACIONAMENTOS FIRMES FUNCIONAM EM TRÊS NÍVEIS:
-  Com pessoas mais experientes (em sujeição e compromisso).
-  Com iguais (em sujeição mútua) 2 Tm 2.2.
-  Com mais novos no Evangelho (em responsabilidade) Ef 5:21; 1 Pd 5:5
B) - DIFERENTES RELACIONAMENTOS:
-  Sujeição mútua entre apóstolos.
-  Pastores sob a cobertura de apóstolos e profetas.
-  Evangelistas sob a cobertura de apóstolos.
-  Pastores sujeitos entre si.
-  Diáconos sujeitos a pastores e sujeitos entre si.
- Líderes de grupos sujeitos a pastores e diáconos e sujeitos entre si.
- Discípulos sujeitos a seus discipuladores
 
> É IMPORTANTE QUE CADA IRMÃO TENHA UM OU DOIS IGUAIS EM SUJEIÇÃO MÚTUA COM OS QUAIS FORME UMA EQUIPE.
>  Todos os membros do corpo devem ter relacionamentos firmes com irmãos mais velhos, com iguais e com mais novos.
>  Todo o corpo bem ajustado e unido entre si por todas as juntas (Ef 4:16; Cl 2:19).
C) - A BASE DE NOSSOS RELACIONAMENTOS:
A base de nossas relações tanto com irmãos mais experientes, como com iguais, como ainda com os mais novos deve ter como base a atitude do Senhor Jesus descrita em Filipenses 2:2-8.
"... completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa; nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz ".
         Atitude de unidade - v. 2 = ser um com o irmão
         Atitude de sujeição - v. 7 = Jesus se sujeitou ao Pai mesmo sendo igual.
         Atitude de servo, não de senhor - v. 7
         Atitude de humildade - v. 3,8
         Atitude de amor sacrificial e não de egoísmo - v. 4,8
Somente com base no ESPIRITO DE CRISTO em nós é possível construir relacionamentos para chegar à verdadeira unidade do corpo.
4 - ESTRATÉGIA
Em Ef. 4:7-16 está apresentada a estratégia de Deus para a edificação da VISÃO:
         Aqui a figura dominante é a igreja como CORPO, sua dimensão funcional.
         Cristo é a CABEÇA e cada filho de Deus é um MEMBRO ou uma parte do corpo.
         OBJETIVO DA CABEÇA: a edificação do Corpo. Esse objetivo inclui as três características de qualidade, unidade e quantidade.
         PLANO DA CABEÇA: usar, para edificação do Corpo, a TODOS os membros.
A) - FUNÇÃO DA CABEÇA
1   - Governar o corpo - cada membro;
2   - Dar vida ao corpo - a cada membro até enchê-lo todo (Ef 1:23; 3:19; 4:10);
3   - Dar crescimento ao corpo - a cada membro (Ef 4:15-16);
4   - Dar dons - dotar de graça (habilidade) a cada membro p/ sua função (Ef 4:7-8).
5   - Constituir a uns como apóstolos, outros como profetas, a outros como evangelistas, outros como pastores e mestres (A. P. E. P-M). Tudo isso é função da CABEÇA e não nossa função.
B) - FUNÇÃO DOS APÓSTOLOS, PROFETAS, EVANGELISTAS, PASTORES E MESTRES
-  O objetivo desses quatro ministérios é o mesmo que o de Cristo: a edificação do corpo.
-  O plano deles é o mesmo que o de Cristo: usar a todos os membros do corpo
-  A função deles está indicada no verso 12:
"...a fim de APERFEIÇOAR AOS  SANTOS para a obra do ministério, PARA a  edificação do corpo de Cristo..." - Soe. Bíblica 1960;
"...Capacitar aos santos..." - Bíblia das Américas; "...Equipar aos santos..." - New American Version; "...Reto ordenamento dos santos..." - Bíblia de Jerusalém;
No grego se diz "...para KATARTISMOS DOS SANTOS..".
KATARTIZO, segundo o dicionário grego-espanhol significa: consertar, ordenar, aparelhar, guarnecer, equipar, prover de, preparar, formar um todo, governar, dirigir, restaurar, reparar, colocar em seu lugar.
KATARTISMOS é um substantivo, por isso a antiga versão Reina e Valera traduz: "...para perfeição dos santos...", e vem do verbo AKATARTIZÒ.
As passagens no N T onde se usa este verbo têm sido traduzidas de diversas maneiras e nos dão uma compreensão mais ampla de seu rico significado (Versão 1960 S B):
  Mt. 4:21 - remendavam suas redes - consertavam, limpavam, preparavam suas redes e a
deixavam prontas para serem usadas no dia seguinte (Mc. 1:19);
   Mt. 21:16 - aperfeiçoaste o louvor;
   Lc. 6:40 - o que for aperfeiçoado será como seu mestre;
   Rm. 9:22 - vasos preparados para ira;
   1 Co 1:10 - perfeitamente unidos;
   2 Co 13:11- aperfeiçoa-os;
   Gl 6:1 - restaurai-o;
   1 Ts 3:10 - completemos o que falta de vossa fé;
   Hb 10:5 - me preparaste corpo;
   Hb 11:3 - foi constituído o universo ( formar um todo ordenado e harmónico);
   Hb 13:21 - os faça aptos para toda boa obra (os capacite);
   1 Pd 5:10 - aperfeiçoa-os.
 
No grego clássico do primeiro século,  segundo Barclay,  katartismos,  ou seu verbo katartizõ, tem dois significados:
1 - Ajustar, por em ordem, restaurar. Exemplo:
1.1- Pacificar uma cidade que está desgarrada ou em facção.
1.2      - Colocar um membro deslocado em seu lugar.
1.3      - Desenvolver certas partes do corpo mediante exercício (treinamento)
2 - Equipar um homem ou habilitar para um propósito determinado. Exemplo:
2.1       - Habilitação, equipamento de um barco, deixá-lo pronto para zarpar.
2.2  - Equipar, armar e formar um exército e prepará-lo para que entre em ação.
RESUMINDO:
A função dos A.P.E.P-M como equipe ministerial é para o KATARTISMOS DO SANTOS:
-> para a obra do ministério -> para edificação do corpo
-    Aperfeiçoar, formar, reparar, restaurar os santos;
-    Preparar, capacitar, treinar, equipar os santos;
-    Ordenar, relacionar, colocar cada membro no seu lugar, formar um todo organizado, organizar os santos. Para que entrem em ação e desempenhem seu ministério na edificação do corpo de Cristo, de modo que na estratégia de Deus toda a Igreja é um seminário, cada irmão é um seminarista e os A.P.E.P-M têm como função primordial aperfeiçoar, capacitar, treinar, relacionar os santos, para que cada um cumpra seu ministério na edificação do corpo.
C) - FUNÇÃO DOS MEMBROS DO CORPO (Ef 4)
-  Cada membro é importante e tem uma função;
-  Cada membro tem recebido de Cristo um dom - v. 7;
-  Cada membro é um obreiro do Senhor - v. 13;
-   Cada membro tem  o ministério  de trabalhar na edificação  do  corpo (Ganhar,
discipular, relacionar);
-     Cada    membro    deve    ser   formado    no    corpo    com    relações    firmes    para
desempenhar seu ministério.
> OBJETIVO DE TODOS OS MEMBROS: v. 13
1  - Chegar à unidade da fé.
2  - Chegar à medida da estatura de Cristo.
> O PROGRAMA DE CRISTO PARA TODOS OS MEMBROS: v. 15
1 - Crescer em tudo em Cristo.
(Em qualidade, em unidade e quantidade)
> O PROCESSO DE CRESCIMENTO: v. 15
1 - Seguindo a verdade em amor.

> AS CONDIÇÕES PARA O CRESCIMENTO:
  1. Sujeição à Cabeça, aos A.P.E.P-M e ao corpo
  2. Funcionamento de cada membro - v. 16
    "...Cristo, de quem todo corpo (estando bem ajustado e unido pela coesão que as conjunturas provêm) conforme o funcionamento adequado de cada um produz o crescimento do corpo para sua própria edificação " (Ef 4:16 Bíblia das Américas)
    5 -AÇÃO
    O ingrediente decisivo para realizar a obra é a ação. Se não há uma ação, não há obra. A visão, a oração, os relacionamentos e a estratégia são para que caminhemos para a ação. "...Jesus começou a fazer e a ensinar ..." (At 1:1).
    A) - FUNDAMENTO E MODELO PARA A AÇÃO: JESUS CRISTO
    Da ação do ministério terreno de Cristo nasce o modelo de nossa atuação. Cristo não somente é o nosso modelo quanto à qualidade de vida, como também no seu OPERAR PARA DEUS.
    Hoje a ação do Corpo de Cristo, a Igreja, deve corresponder à ação de Jesus quando esteve com o seu corpo aqui na terra.
    Jesus tinha o ministério de apóstolo, profeta, evangelista, pastor-mestre e diácono (servidor).
    Ele orava, jejuava, pregava, expulsava demónios, fazia milagres, ajudava aos pobres, alimentava os famintos, abençoava e amava às crianças, era amigo dos pecadores, perdoava os pecados, consolava os que sofriam, repreendia aos hipócritas, percorria cidades e povoados, evangelizava as multidões, evangelizava os indivíduos, entrava nos lares.
    Seu ministério era múltiplo em meio às muitas necessidades da humanidade. Mas em toda essa intensiva ação, o aspecto central de seu ministério era DISCIPULAR a doze homens. A esses chamou e a eles se dedicou, formou, capacitou, equipou, treinou, (katartismos), e enviou para que fizessem o que ele mesmo fez.
    Seu método formativo era duplo: o EXEMPLO de sua ação e a INSTRUÇÃO. Sarando, ele ensinava a sarar; pregando, ele ensinava a pregar; etc. E depois lhes ensinava e instruía à parte. Os discípulos eram formados VENDO a Jesus e OUVINDO os seus ensinamentos.
    Hoje as circunstâncias são outras, mas as necessidades são as mesmas. O Corpo de Cristo na atualidade, mediante todos os seus membros, deve realizar o mesmo ministério multi-facetado que Cristo realizou. Para isso o Senhor reparte suas graças e dons a todos os membros do Corpo, facultando-lhes a ação. Mas, igual a Cristo, o CENTRO do ministério dos santos deve ser o FAZER DISCÍPULOS, pois isto é fundamental para a edificação do Corpo de Cristo.
    B) - A SÍNTESE DA AÇÃO: MATEUS 28:18-20
    Há três verbos que sintetizam a ação que a igreja deve desenvolver desde o Pentecostes até a
    segunda vinda de Cristo:
  • PREGAR - (a todos)
  • BATIZAR - (aos que crêem)
  • ENSINAR - (aos que se batizam)
    Estas três palavras resumem a expressão "...FAZERDISCÍPULOS... "
    —> A ponta de lança da ação é a evangelização (quantidade). O que segue é o DISCIPULADO que produzirá a qualidade e a unidade dos discípulos. -> Para ensinar é necessário um PROGRAMA DEFINIDO DE ENSINAMENTO. "...ensinando-lhes que guardem todas as coisas que vos tenho mandado..."  Exemplo: Porta, Caminho e Meta.
    C) - MARCO E ESTRUTURA PARA A AÇÃO: A IGREJA NUCLEANDO-SE NOS LARES
    O grupo do lar, ou célula, ou grupo caseiro, não é um ente em si mesmo, nem mais um departamento da Igreja. Não há nas Escrituras a menção de grupos nas casas. Simplesmente o Novo Testamento menciona que a Igreja se reunia nas casas. A essa expressão às vezes se chama de Igreja na casa (Rm 16:5, 10, 11; Cl 4:15).
    -> O QUE É UM GRUPO NA CASA?
    É uma pequena comunidade de discípulos relacionados estreitamente sob uma condução adequada para desenvolver-se (em qualidade, unidade e quantidade), mediante a oração, o doutrinamento, a comunhão, no serviço mútuo, o exercício dos dons, e no ganhar e formar novos discípulos.
    O grupo é uma parte da igreja da cidade e está sob a supervisão e direção do ministério pastoral.
    -> O QUE É ESSENCIAL EM UM GRUPO ?                                                                      A
    ordem de Jesus não foi: - ide e fazei grupos caseirosl Mas, "...ide e fazei discípulos... ".
    O essencial em um grupo do lar é o discipulado. Se um grupo desses não tem o
    discipulado, tem perdido a sua essência, e se reduz a uma simples reunião caseira.
    Discipulado significa que existem discipuladores, discípulos, juntas, compromisso, sujeição,
    formação   de   vidas,   formação   de   obreiros,   serviço,   ação,   evangelização,   multiplicação,
    crescimento, etc.
    -> QUAIS OS OBJETIVOS PARA O GRUPO NO LAR ?
    - Integrar a cada um mediante:
  • O amor e a comunhão dos membros de todo o grupo;
  • O companheirismo estreito de dois ou três condiscípulos;
  • O relacionamento com seu discipulador.
    - Formar a cada um:
  • Pelo AMBIENTE de fé, gozo, santidade, amor, oração, serviço, etc.
  • Pelo EXEMPLO de vida e obra.
       Pelo ensino da Palavra de Deus. O propósito do ensino é que conheçam a
    Palavra, vivam-na e saibam ENSINAR a outros.
    -Enviara cada um:
  • Criando CONSCIÊNCIA de que são obreiros;
  • Criando CIRCUNSTÂNCIA (levá-los conosco a fazer a obra, dar tarefas);
  • Delegando responsabilidade.
    -> NÍVEIS DE FUNCIONAMENTO E ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO
  • Discípulo novo (filhinhos) 1 Jo 2:12-14
  • Discípulo fiel (jovem)
  • Discipulador (pai)
  • Responsável pelo grupo
    Na estrutura da congregação segue:
  • Diáconos
  • Pastores-mestres
  • Apóstolos, profetas e evangelistas
    É importante que em cada grupo caseiro o responsável ou responsáveis formem com os discipuladores o núcleo do grupo para levar juntos a carga e o desenvolvimento dos discípulos.
    -> EXERCÍCIO DE AUTORIDADE
    - Sobre a vida e a conduta dos irmãos devemos distinguir:
  1. Mandatos do Senhor - obediência comprometida
  2. Conselho pastoral - obediência voluntária (Hb 13:17)
  3. Conselho pessoal ou sugestão - obediência opcional
  4. Opiniões - liberdade de consciência - Rm 14:1-6
    - Sobre a área funcional da igreja:
    Os   pastores   estão   em   função   de   governo   e   a   eles   devemos    sujeição   e obediência. (1 Tm 5:17).
    -> ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE UM GRUPO CASEIRO
  • Quantos discípulos verdadeiros existem no grupo, segundo Lucas 14:26-33?
  • Quantos estão sendo discipulados?
  • Quantos sabem fazer discípulos? Isto é, sabem pregar com clareza o   Evangelho do Reino, guiar aos novos pela Porta e DISCIPULÁ-LOS?
  • Quantos estão ocupados nessa obra?
  • O que se está fazendo para melhorar a situação?
    D) - DINÂMICA PARA A MULTIPLICAÇÃO
    É responsabilidade de cada grupo preparar a todos os seus integrantes e envolvê-los na ação evangelizadora.
    Há muitas formas de evangelizar. A partir do grupo caseiro sugerimos quatro maneiras:
  1. Sair na rua para testificar aos transeuntes com todo o grupo. Isto libera e aviva  os irmãos.
  2. Tomar várias ruas de um bairro e visitar casa por casa.
  3. Fazer reuniões evangelísticas em casa de discípulos novos, convidando vizinhos, amigos e parentes.
  4. Criar empreitadas: cada membro do grupo elabora um lista de umas vinte ou
    trinta pessoas inconversas ou afastadas, pelas quais se propõe a orar e visitar,
    e depois de um determinado tempo levar a Palavra.
    -> EXTENSÃO A OUTRAS REGIÕES
    Dois ou três grupos caseiros se unem para abrir uma nova frente de trabalho em bairros distantes ou uma localidade vizinha. (Mc 1:28; Lc 8:1)
    Ide e fazei discípulos de todas as nações .... eu te constituí como luz para os gentios ...vós sois a luz do mundo...