UMA VERDADEIRA CONVERSÃO. SOMOS SALVOS? DESCUBRA AGORA SE ISSO ESTA EM TI:
“...a si mesmo se deram primeiramente ao SENHOR...” (2 Coríntios 8.5). “...apresente
is
os vossos corpos em sacrifício vivo...” (Romanos 12.1). Havendo uma
correta identificação com CRISTO, todas as suas faculdades são entregues
a Ele, Sua mente diz: “Senhor, Tu és digno de toda a aceitação, o mais
distinguido entre dez mil; feliz é o homem que Te acha. De tudo o que se
possa desejar, nada se compara a Ti” (Provérbios 3.13-15). A razão
abandona seus argumentos e sofismas corruptos, bem como seus
preconceitos contra Cristo e Seus caminhos. Ela não questiona mais; pelo
contrário, se determina a favor de Cristo e contra o mundo. Conclui que
é bom estar aqui pois vê um tesouro tão valioso neste campo, um pérola
de incomparável valor (Mateus 13.44-46). Diz: “Oh, eis aqui o maior
prêmio já oferecido aos homens; eis aqui o mais soberano remédio que a
misericórdia jamais preparou. Ele é digno e minha estima, adoração,
admiração para sempre (Apocalipse 5.12). Aprovo as Suas condições; Seus
termos são justos e racionais, cheios de equidade e misericórdia”. A
vontade se submete de novo. Ela já não permanece vacilante, mas esta
peremptoriamente determinada: “Senhor, Teu amor conquistou-me; Tu me
cativaste e eu serei Teu. Vem Senhor; entrego-me voluntariamente a ti;
consinto em ser salvo segundo a Tua própria maneira. Tu terás tudo – ou
melhor, que Tu tenhas tudo e eu apenas a Ti”. A memória entrega-se a
Cristo: “Senhor, eis aqui um estojo para Ti; tira daqui o lixo
existente, armazena os Teus tesouros. Permita que eu seja um repositório
das Tuas verdades, das Tuas promessas, das Tuas providencias”. A
consciência intervém: “Senhor, estarei sempre ao Teu lado; serei Teu
fiel registrador. Avisarei quando o pecador for tentado e rebaterei
quando Tu fores ofendido. Testemunharei de Ti e censurarei por Ti,
conduzirei nos Teu caminhos e jamais deixarei que o pecado tenha abrigo
nesta alma”.
Os sentimentos também vêm a Cristo: “Oh!”, dizo amor,
“estou ansioso por Ti”. “Oh!”, diz o desejo, “agora encontrarei aquilo
que tenho procurado. Eis o Desejado das nações; aqui esta o pão e
bálsamo para mim: isso é tudo o que eu quero”. O medo dobra os joelhos
em respeito e adoração: “Bem-vindo, Senhor, a Ti presto a minha
homenagem. Tua palavra e Tua vara ordenarão as minhas ações;
adorar-te-ei e reverenciar-te-ei; cairei diante de Ti e Te cultuarei”. A
tristeza também diz: “Senhor, o Teu desagrado e a Tua desonra, as
calamidades do Teu povo e as minhas próprias iniquidades serão a causa
de minhas lágrimas. Eu gemerei quando Tu fores ofendido; chorarei quando
a Tua causa for golpeada”. Semelhantemente, a ira se coloca ao lado de
Cristo: “Senhor, nada me iraria tanto quanto a minha insensatez contra
Ti, o fato de ser tão tolo, a ponto de dar ouvidos às lisonjas do pecado
e ás tentações de satanás contra Ti”. O ódio também se posiciona ao
lado de Cristo: “Declaro inimizade mortal aos Teus inimigos; proclamo
que jamais serei amigo dos Teus adversários; declaro guerra eterna
contra o pecado. Não darei trégua, não farei as pazes com ele”. Assim,
são todos os clamores de todas as faculdades de um salvo atingidas pelas
doces influencias do Espírito Santo.
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